Fêmeas de Chimpanzé fazem amor em silêncio

Decididamente, estes estudos e pesquisas que regularmente são noticiados revelam-se bastante divertidos em vários momentos. E não é que pesquisadores descobriram que as macacas, quer dizer, chimpanzés fêmeas transam com os machos caladas? Pois é. Até no reino animal se sabe que o pior inimigo de uma mulher é outra mulher.

O interessante disso tudo é que as macacas quando estão com os macacos fazendo aquilo ficam caladinhas caso outras fêmeas estejam nas proximidades. Logo, podemos concluir que falar demais pode atiçar a competição. Porém, quando há outros machos por perto, a macaquinha dana a fazer “Ahs…!” e “Ohs…!” em profusão que é pra atiçar a competição entre os outros machos e deixar uma pulga atrás da orelha, visto a macacada ser promíscua e ninguém ter certeza de quem é o pai da criança. Portanto, as fêmeas dos primatas, e nós humanos estamos incluídos nesta classificação, dão mais uma prova de inteligência, pois assim conseguem garantir a sobrevivência da prole.

Podemos até imaginar uma cena envolvendo Tarzan, Jane e Chita.

– Mim Tarzan, você Jane e tu Chita vamos nanar…
– Qualé, o zé mané? (diz, Jane, subindo nas tamancas)
– hihihihihi (Chita ri)
– Mim não ser Zé Mané. Mim ser o Rei dos Macacos…
– Sei dessa… Tu tá mais pra go go boy de boite gay com essa tanguinha…
– hihihihihi (Chita ri)

Jane, não gostando das risadinhas…
– Quiqui foi, ô macaca?
– Jane, minha nega, tu tá na TPM ou tem medo da concorrência?
– Que mané concorrência? Eu me garanto, ok? Confio na minha caçapa!
– hihihihihihi … (a sarcástica risadinha) É mesmo? Só se for lá pros teus negos.
– Tá querendo dizer o que com isso?
– Jane, minha macaquinha sem pêlo, o negócio é que ele só faz Óóóóóóó… quando está comigo…

Nisso, Tarzan, o Rei dos Macacos, entra de sola na conversa…
– Óóóóóóóóó…..

As duas pensaram ao mesmo tempo e exclamaram…
– Viu só? Só comigo ele faz Óóóóóóó gostoso…

E Tarzan retruca…

– Mim gostar de ver duas fêmeas se estapeando… pra segurar o cipó.

As duas berram ao mesmo tempo…

– O CIPÓ É MEU!!!!!

Confira a matéria no site da BBC Brasil

O Verdadeiro Padre Voador

Bartolomeu de Gusmão - wikipedia

Foi Bartolomeu de Gusmão, um jesuíta brasileiro nascido em Santos, em 1685. Estudou Física e Matemática em Coimbra, e a partir de então passou a se interessar por voar e deu início ao projeto da Passarola, que seria um aparelho mais leve que o ar.

passarola - wikipedia

Em Santos há uma estátua em sua homenagem e ele é considerado uma das maiores figuras da aeronáutica mundial. Morreu em 1724.

Leia mais a respeito

Rio de Janeiro, um pólo científico

O Rio de Janeiro é conhecido por suas belezas naturais e pelo Carnaval e também é a imagem do Brasil lá fora. Entretanto, o que muita gente não sabe é que o Rio de Janeiro é um dos maiores pólos científicos do país. Nele são encontrados museus e centros de excelência em pesquisas científicas como a Fundação Oswaldo Cruz e COPPE UFRJ, por exemplo. Também há centros culturais e temáticos como Instituto Antonio Carlos Jobim, Museu Villa-Lobos e inúmeros outros.

E não é apenas na cidade do Rio de Janeiro que você encontrará institutos científicos, culturais e técnicos. Praticamente todo o estado faz parte deste pólo científico.

Se você é curioso assim como eu e gosta de saber um pouco mais sobre ciência, basta clicar em um dos mapas para visitar cada um dos pontos assinalados. Clicando sobre um deles, por exemplo, você obterá endereço, site, telefones e demais informações.

As informações são recolhidas e disponibilizadas desde 1999 pela FAPERJ (Fundação Carlos Chagas Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro), que como se vê recebe o nome de um dos maiores cientistas brasileiros, o médico Carlos Chagas. Uma nova versão atualizada do mapa estará no ar em 2008.

Descoberto o cocô humano mais antigo das Américas

Quando entramos para a faculdade de História, uma das primeiras coisas que aprendemos é que a História é uma ciência e tudo, mas absolutamente tudo deve ser considerado documento histórico, pois este é um dos pilares que dão um caráter científico a este campo do conhecimento. Sendo assim, não são apenas os documentos escritos que podem ter importância para o estudo do passado da humanidade.

Cropólito - imagem de divulgação

Agora, fico sabendo que os arqueólogos e antropólogos descobriram o mais antigo cocô humano já feito nas Américas, no estado do Oregon (EUA) [veja aqui a matéria ] o que prova a existência de seres humanos por aqui antes das datações atualmente aceitas e que foram baseadas nas descobertas do antigo sítio arqueológico localizado em Clovis (EUA).

“os testes fazem das evacuações a mais antiga evidência direta da presença humana na América. O sítio de Oregon só não é mais velho do que o de Monte Verde, no Chile, com uns 14.500 anos — as datas lá são consideradas válidas pela maioria dos especialistas, diz Gilbert, mas são indiretas, vindo de material orgânico modificado por humanos, como o carvão de fogueiras.”

Aqui no Brasil, a arqueóloga Niéde Guidon trava uma batalha, digamos, para provar que a existência de seres humanos nas Américas não pode ser um conhecimento específico de um determinado país, e comenta o seguinte:

“as teorias sobre a ocupação da América dos anos 50 eram baseadas na falta de dados. “Os dados foram surgindo, mas muitos ficaram aferrados a uma teoria sem bases. Os conhecimentos sobre a pré-história da Europa, da África, mudaram e muito. A cada ano temos novos recuos para o aparecimento do gênero Homo, para as relações genéticas entre Homo e os outros grandes primatas africanos. Somente a teoria americana sobre o povoamento da América não pode ser tocada. Em alguns artigos recentes, a submissão é tal que somente o que é feito pelos americanos pode ser considerado”, comenta a arqueóloga.”

O seu trabalho foi desenvolvide de acordo com estudos feitos na Serra da Capivara, ao sul do estado do Piauí, onde se localiza um dos mais importantes sítios arqueológicos das Américas e você pode conferir visitando o site da Fundação do Museu do Homem Americano.

As diversas teorias sobre a ocupação humana do continente americano se dividem em duas correntes iniciais, a saber: Alóctonismo, o homem seria originário de outras regiões do planeta e o Autóctonismo, que indica ser o homem americano originário do próprio continente. Hoje, esta tese está em desuso.

Ocupação das

Dentre as correntes baseadas no aloctonismo, a mais aceita é que indica a vinda do ser humano para o continente americano durante a última Era Glacial – você pode conferir isto no filme a Era do Gelo -, quando se formou uma ponte de gelo ligando a Ásia à América, mas precisamente, o leste da Rússia ao Alasca.

Outras teorias, como a expedição Kon-Tiki, de Thor Heyerdahl ,buscam uma comprovação de um fluxo contrário quando navegadores sul-americanos povoaram as ilhas do Pacífico, que também poderiam ter sido local de partida de seres humanos que povoaram as Américas, chegando a costa oeste do continente.

Sites interessantes:

Ocupação da América

História do Mundo (povoamento das Américas)

Ciência nas manhãs de sábado – Globo e Ciência Hoje firmam parceria

O Instituto Ciência Hoje (ICH) é parceiro da Rede Globo de Televisão em novo programa. No sábado, 7 de abril, entra no ar na televisão aberta o programa Globo Universidade, que conta com a consultoria científica do ICH.

Encontre maiores informações aqui.

Fonte [Jornal da Ciência]

Francês inventou a gravação sonora antes de Thomas Edison

ideia.gifO marketing realmente é a alma do negócio. Faz as pessoas acreditarem que determinados produtos ou pessoas são aquilo que não aparentam ser. A imagem, hoje em dia, é tudo. O cara pode ser um grande canalha, mas se souber cuidar da imagem, todos comprarão carros usados oferecidos por ele. Ao mesmo tempo, certos fatos parecem se concretizar como um Himalaia após terem sido publicados ou “inventados”.

Vejamos um exemplo bem claro. Todos nós no Brasil e os franceses sabem que quem inventou o avião foi Santos Dumont. Mas vá falar isso para um gringo que não sabe nem aonde fica a capital do Brasil e cisma que nós falamos espanhol e dançamos rumba em vez de samba. Ele vai morrer acreditando que o avião foi inventado por uma dupla de mecânicos de bicicleta que precisaram de uma catapulta para fazer um objeto planar. A discussão é longa, pois o 14 Bis levantou vôo a partir do zero e usando propulsão própria.

Acabei de saber que pesquisadores norte-americanos descobriram quem foi o verdadeiro inventor do som gravado. Não, não foi Thomas Edson. Foi o francês Edouard-Léon Scott de Martinville , que em 1860 inventou um aparelho denominado “phonautographe” e gravou uma canção popular francesa “Au Clair de La Lune” , que só agora foi encontrada. Portanto, quase duas décadas antes do prestigiado inventor norte-americano, que como todos nós sabemos é considerado o inventor do som gravado e também da lâmpada elétrica.

frances.jpgO francês Edouard-Léon Scott de Martinville gravou em 1860 com a ajuda do “phonautographe”, o equivalente em português a “fonoautógrafo” – uma invenção que consistia em transcrever as ondas sonoras numa folha de papel enegrecida pela fumaça de uma lâmpada a óleo.

O agora não mais obscuro inventor morreu lamentando o fato de Thomas Edison ter levado todos os créditos por algo que ele inventara 17 anos antes.

Na história da ciência sempre houve casos como estes. Isto não quer dizer que alguém rouba a idéia de alguém, mas que a propaganda é que faz aquela invenção pertencer a alguém. Entretanto, coisas estranhas podem acontecer como no caso abaixo, no qual um padre brasileiro inventou a máquina de escrever:

MÁQUINA DE ESCREVER
FRANCISCO JOÃO DE AZEVEDO – 1861
A invenção do padre Azevedo parecia com um piano de 24 teclas que imprimiam letras num papel – para mudar de linha, era preciso pisar em um pedal na parte de baixo do aparelho. Alegando estar velho e doente, o padre entregou seu invento ao negociante George Napoleon Yost, com a promessa de que havia pessoas interessadas em fabricá-lo nos Estados Unidos. Péssima idéia…

Em 1874, o americano Christofer Sholes apresentou um modelo quase igual ao do padre Azevedo. A empresa Remington se interessou e passou a fabricar as máquinas, sem nem lembrar do brasileiro. [In: Mundo Estranho – As Dez Invenções Brasileiras Mais Injustiçadas]

Confira maiores informações sobre inventores brasileiros atuais e seus inventos em áreas como, por exemplo, medicina, física, design, software, agropecuária entre outras, na Galeria de inventores brasileiros. Não deixe de conferir também a seção “curiosidades”. É bastante interessante.

 

Conto de Páscoa

I

 

HAHAHAHAHAHAHA!!!!!!!!, ecoou pelo amplo salão a risada do Dr. G. Nohma, o cientista (tem que ser louco, ok?). Seu assistente Igor (sim, porque todo assistente de cientista louco tem que se chamar Igor) tremeu com a reverberação do som da gargalhada que parecia um trovão, indo e vindo do chão até a abóbada do castelo (cientista louco que se preza tem castelo aos pedaços). O pobre ajudante (corcunda e caolho como todo ajudante de cientista louco), olhava inerte para a mesa de cirurgia e escorria um fiapo de baba viscosa do canto de sua boca. Sua cabeça não conseguia ficar no prumo, ou melhor, ereta, desde o dia em que o Dr. G. Nohma esqueceu e se apoiou na chave que liga o bate-estaca instalado em seu castelo quando de uma experiência para saber se havia inventado uma casca de ovo resistente as pancadinhas que toda cozinheira dá nas cascas para abri-las, e pedira a Igor para posicionar o ovo na base da ferramenta. Pode parecer loucura, mas ele, G. Nohma, na infância fora um amante dos galináceos. Dizem as más línguas que sua vida sexual fora iniciada por Fredegunda (tá, podem fazer rima), uma bela galinha branca que sua avó (todo cientista louco, assim como os caras que não sabem jogar bola foram criados e reprimidos sexualmente pela avó. Basta ver o cabelo escovinha e a roupinha bem passadinha, o cinto bem afivelado e outras frescuras) criava com carinho para a providencial canja quando ficasse doente. Digamos que estava sendo preparada para ser comida no sentido figurado e literal.

 

II

A noite estava chuvosa, uma chuva fria e um vento cortante. Sobre a mesa um coelhinho branco tão fofinho que parecia de anúncio de fábrica de chocolate. Igor se preparava para colocar os eletrodos em sua cabeça. Havia espaços delicados na cúpula de metal por onde passariam as orelhinhas do coelhinho. Raios riscavam o céu iluminando-o por breves momentos e os olhos do coelhinho pareciam quase saltar da órbita. O eletrocardiograma acusava batidas frenéticas. Quase um ataque cardíaco. A cada passo de Igor em sua direção, uma eternidade era vencida, transformando-se numa verdadeira relatividade espaço-temporal. O Dr. G. Nohma estava impaciente com a vagarosidade de seu assistente. Lamentou o dia em que quis saber se a sua nova invenção curaria joelhos bombardeados e deu um bico na rótula do pobre Igor numa partida de futebol. Ora, era preciso que todos os detalhes da experiência fossem totalmente fiéis à realidade.

Igor coloca a cúpula sobre a cabeça do coelhinho, ajeita as orelhinhas e olha para o cientista doido. Sorri e seus dentes mais pareciam um órgão de igreja gótica tantos eram os buracos de cárie, desde que o Doutor resolvera fazer uma nova dieta para Igor, já que o achava magrinho demais, desde então ele nunca mais teve os dentes em perfeito estado. Também queriam o quê? Pensam que Igor comia baratas, lagartixas, escorpiões? Nada disso, ok? Ele comia comida natureba balanceada, pois estava preocupado com o corpinho. O celerado Dr. G. Nohma o obrigou a comer hambúrguer do McDonald’s, beber Coca-Cola, mascar chiclete e de todas as barbarides, a maior delas, comer salgadinhos da Elma-Chips.

III

E lá estava o coelhinho com o coração na boca e tremendo desde a pontinha do nariz até o rabinho de pompom. Ele temia ser comido por esses dois loucos e até pensou que seria naquela hora que sua vida mudaria. Vai que gosta e resolve assumir o lado feminino. Seu medo era um espectro que rondava seus pensamentos e seu corpinho tremia. Cabe aqui a dúvida se era mesmo de medo ou outra coisa que começa com “t” e acaba em “ão”. Até que o ambiente estava, digamos, convidativo. Só faltava uma bebidinha pra relaxar. E não é que o Igor trouxe a tal bebidinha? O problema é que saía fumaça. Igor tapou o narizinho do coelhinho e derramou o líquido na boquinha do coelhinho. A mente do coelhinho viajou a velocidade da luz. Reviu toda sua vida em frações de segundo e até lembrou-se que a essa hora deveria estar entregando os ovinhos de páscoa. Pensou consigo mesmo: “Será que Papai Noel consegue ser tão rápido quanto eu na entrega?”. Sentiu o corpo relaxar e dormiu profundamente pensando nos seus ovinhos.

G. Nohma ligara as últimas tomadas e botões de seu painel de controle. As luzes piscavam freneticamente. Na outra cama que estava ao lado do coelhinho, havia um enorme ovo de páscoa, que media cerca de 1,75m do mais puro chocolate. Havia laços de cetim branco na embalagem vermelha do ovo. Dr. G. Nohma olhava extasiado ora para o coelhinho, ora para o ovo, e mais estranhamente ainda para Igor. O infeliz assistente já conhecia aquele olhar. Lembrou-se dos tempos de guri, quando o pequeno Gezinho o convidava para brincar de médico em seu quarto. Igor não gostou da lembrança. Desviou seu olhar e tratou logo de mancar e babar para desestimular qualquer idéia de jerico que estivesse passando pela cabeça do cientista taradão.

IV

Após ler algumas revistas semanais onde deram a notícia do mapeamento do DNA de vários animais, o incansável G. Nohma resolvera realizar suas próprias experiências e ficar rico misturando o DNA de um coelhinho com cacau, açúcar e leite. Depois venderia um coelho com sabor de chocolate e até poria um termometrozinho daqueles que vem nos frangos de granjas moderninhas e avisam a cozinheira quando estão prontos. Vislumbrou seu nome nas manchetes de todos os jornais, entrevista no Jô, audiência com o Papa e até pensou em fazer uma oferta de invenção para o Clinton de um charuto com sabor diferente. Nem o Fidel iria querer saber de Los Havanas, quando poderia fumar Los Xavascas. Seus olhos brilharam!

Tudo pronto, eletrodos ligados, Igor posicionado ao lado cama onde está o ovo de páscoa. Dr. G. Nohma baixa umas manivelas, suspende algumas alavancas e está preste a apertar o botão vermelho. Pela cabeça do coelhinho surgem imagens de dor misturada com prazer (coisa estranha pra caramba!). Igor estava com seus pensamentos distantes, já estava tão acostumado com essas experiências que agora nem fediam nem cheiravam. Até lembrou-se do calendário que vira no borracheiro quando o pneu do rabecão furou. Lembrou que viu uma bela morena com os cabelos soltos ao vento, a pele queimada do sol e as gotículas de água do mar a escorrer por seus cabelos. Adorou aquele corpinho e aquele rostinho e pegou no bolso de seu surrado casaco o último número da Playboy. Começou a folhear e as mulheres maravilhosas surgiam a sua frente provocando tremores em seu corpo. Fechou os olhos e começou a esfregar a mão grossa e calejada (Não me perguntem porquê a mão dele é calejda, ok?) na altura da braguilha. Abraçou a revista e fechou mais ainda os olhos soltando um longo suspiro.

V

Um raio riscou o céu e o trovão ribombou no ar. Desceu pela antena e iluminou todo o salão. O coelhinho retesou o corpinho e esperou pelo pior. G. Nohma apertou o botão. Igor, por ser coxo e ter uma perna bamba, não conseguiu manter o equilíbrio e caiu sobre o ovo com a página central da revista aberta que se colou ao ovo que derretera um pouco devido o calor provocado pelo raio. Sua mão afundou no interior do ovo…

VI

Uma grande explosão aconteceu. Todos ficaram atordoados e por quase uma hora ficaram inconscientes. Lentamente o Dr. G. Nohma abre os olhos e percebe em meio a fumaça que há um vulto no salão. Não consegue distinguir. Procura o coelhinho. Este sumira da cama. Procura por Igor. Não o vê. Chama seu assistente com gritos frenéticos IGOR! IGOR! IGOR! E percebeu que a figura se aproximava cada vez mais. Gotas de suor escorriam por sua face e cada vez mais a figura se aproximava. Estava mais perto. G. Nohma procurava e não conseguia ver nada perfeitamente. Sua mente estava aturdida. Fechou os olhos e quando os abriu, à sua frente estava uma morena linda, 1,75m, vestida apenas com um lacinho de cetim no pescoço e entre seu belíssimo sorriso, perguntou: “Me chamou, Doutor?”.

VII

Saíram abraçados do castelo e quem viu o belo casal passar garante que a mulher tinha um leve odor de chocolate e um pompom no bumbum.

VIII

Se vocês acreditam que Papai Noel existe e que as mulheres que saem na Playboy são aquilo tudo, também podem acreditar em Coelhinho da Páscoa e nessa história.

Boa Páscoa!