2010: Centenários, datas importantes, ciência e cultura

Como sabemos, o ano que se inicia dentro de alguns dias terá como principal evento mundial, a realização da Copa do Mundo na África do Sul. Ao mesmo tempo, no Brasil, foi instituído o ano de 2010 como sendo o Ano Nacional Joaquim Nabuco, político e diplomata brasileiro que abraçou o abolicionismo e faleceu em 1910, mesmo ano em que ocorre a Revolta da Chibata, a luta dos marinheiros contra os castigos corporais, um resquício da escravidão numa das maiores frotas do início do século XX.

A Unesco promove 2010 como o Ano Internacional da Diversidade Biológica, tema que é de enorme importância, visto, nos dias atuais, a conscientização ecológica ser parte do nosso cotidiano.

Há outros fatos também importantes que terão datas “redondas” em 2010, por exemplo, os centenários de nascimento de Noel Rosa, Jacques Cousteau, Madre Teresa de Calcutá e muitos outros. Confira abaixo:

 

Acontecimentos

Logo colorido_sm

Ano Internacional da Diversidade Biológica
Unesco

revoltachibata

Revolta da Chibata (100 anos)

logojoaquimnabuco

Ano Nacional Joaquim Nabuco
Fundação Joaquim Nabuco

 

Centenários

Cultura Brasileira

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Noel Rosa (1910-1937) Música-Samba-MPB

raqueldequeiroz 

Raquel de Queiroz (1910-2003)
Literatura Brasileira

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Adoniran Barbosa  (1910-1982)
Compositor de Sambas

aurelio

Aurélio Buarque de Holanda Ferreira (1910-1989)
Lexicógrafo e escritor

haroldolobo

Haroldo Lobo (1910-1965)
Compositor de sambas e marchinhas

corinthians

Fundação do Sport Club Corinthians Paulista

Arte, Literatura e Ciência (mundo)

akira

Akira Kurosawa (1910-1989)
Cineasta japonês

 

jeangenet

Jean Genet (1910-1965)
Escritor francês

marktwain

Mark Twain (1836-1910)
Escritor norte-americano

cousteau

Jacques-Yves Cousteau (1910-1997)
Oceanógrafo francês

Religião

chicoxavier

Chico Xavier (1910-2002)
Médium

madreteresa

Madre Teresa de Calcutá (1910-1997)
Freira

Música

 
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Howlin’ Wolf (1910-1976)
Blues

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Django Reinhardt (1910-1953)
Jazz

Política

tancredo

Tancredo Neves (1910-1985)
Político – Presidente do Brasil

 
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Bach e Mozart: aqui jazz

Eu sempre me impressiono com a capacidade que os músicos tem de se sentirem felizes enquanto tocam seus instrumentos. Eu, particularmente, nunca vi um músico, de tocador de caixa de fósforos – se você não sabe, requer afinação – até um concertista, tocarem seus instrumentos de cara amarrada.

Desde que começamos a perceber que tínhamos ritmo, inventamos os primeiros instrumentos musicais. E como dizem que quando tocam para Deus, os anjos tocam Bach, mas para si e entre si tocam Mozart, gostaria de apresentar duas peças musicais;  uma inspirada em Mozart e a outra do próprio Bach, em versões jazzísticas desses dois gênios, parafraseando Nelson Rodrigues "Há seis mil anos estava escrito" que ambos influenciariam a música até a eternidade.

Blue Rondo a la Turk, inspirado em Rondo alla turca, de Mozart e que abre o antológico álbum Time Out, do The Dave Brubeck Quartet e Air in G string (Suíte nº 3 para orquestra, em Ré Maior BWV 1068). , com o Modern Jazz Quartet e Swingle Singers.

Blue Rondo a la Turk

 

Air in G String (Suíte nº 3 para orquestra, em Ré Maior BWV 1068). O vídeo Fuga ad Alcatraz, que foi feito tendo a música como pano de fundo é muito bacana.

Egberto Gismonti, uma síntese musical do Brasil

O Egberto Gismonti tem a capacidade de sintetizar o Brasil em sua música . É muito difícil não sentir o cheiro da terra, o sabor de nossa comida, o jeito de nosso povo ao ouvir suas composições. Eu nem vou falar que ele é um virtuose, pois sou seu fã há muito tempo.

sonho, egberto gismonti Uma das primeiras aquisições que fiz quando comecei a trabalhar – Menor estagiário do Banco do Brasil – foi comprar um LP seu, pois eu escutava muito na casa de vizinhos a música “Sonho”, que dá nome ao LP citado. Depois fui comprando outros de seus discos. E, se você ainda não tem, trate de correr para a primeira loja de discos e comprar, ou encomendar, o CD em que ele gravou músicas do Villa-Lobos. A gravação do Trenzinho do Caipira é sensacional.

Há alguns meses eu criei um slide sobre a Lapa e seus murais e utilizei como tema musical, a gravação de Palhaço. Música que, segundo um comentário feito no Youtube, cria uma atmosfera de tristeza e alegria ao mesmo tempo. Perfeita esta definição. Você pode ouvir ao ver os slides aqui no Recanto das Palavras.

A emoção que sua música provoca ultrapassa fronteiras. No caso específico, trata-se da versão ao vivo de Palhaço, para a televisão alemã. Colhi alguns exemplos nos comentários do Youtube. Preferi os que estão em castelhano para uma melhor compreensão do que acabei de dizer.

Por que al escuchar esta cancion siento una tristeza tan grande dentro de mi? Pero al mismo tiempo tanta alegria, tanta felicidad por tanta belleza!!!

No vieron cómo toca?
Es la reencarnación viva de uno de aquellos genios, un medium inspirado, un poseído por la fuerza magnética irresistible de las armonías de la naturaleza, un maestro que al igual que ayer Bartok y tantos otros aún hoy realiza estudios de campo para dotar a su música de la infinita belleza de la naturaleza…

Con esta maravillosa pieza me acerque por primera vez a este artista, al mismo tiempo leia La Encilopedia de los Muertos de Danilo Kis. Tanta belleza y nostalgia se fundieron dentro de mi y me produjeron un placer celestial.

Outra de suas músicas que é emocionante é “Loro”, uma reminiscência dos tempos de infância. Veja o vídeo e se emocione.

Os Roqueiros Morrem aos 27

Livro relata e analisa a carreira de vários músicos que morreram aos 27 anos.

Quando eu era guri, lembro de uma propaganda antidrogas que passava na televisão informando que três ídolos do Rock – Jimi Hendrix, Jim Morrison e Janis Joplin –,  morreram jovens aos 27 anos. Morreram em consequência de overdose. Lembrei desse anúncio ao tomar conhecimento do livro The 27s: The Greatest Myth of Rock & Roll, de Eric Segalstad, que passou alguns anos pesquisando sobre essa estranha coincidência que reúne músicos de talento e a morte justamente aos 27 anos, por excessos, desventuras e dramas. O autor até criou um site chamado The 27’s, em que reúne todos esses e outros mitos como Kurt Cobain, por exemplo, que cometeu suicídio há 15 anos. O site é excelente.

slidenprrockClique sobre a imagem para ver um slide show

O autor propõe uma análise para o número 27 que, segundo declarou numa entrevista ao NPR, "É um número estranho", e ainda completa informando que esta seria a idade em que o jovem começa a passagem para uma idade mais madura e, de uma forma que não se pode explicar, eles não conseguem. Nem todos morreram devido aos excessos da conjunção Sexo, Drogas e Rock and Roll. Alguns tiveram morte por acidente ou acontecimentos trágicos, como o do vocalista punk Mia Zapata, assassinado em Seattle, em 1993. Também há alguns casos de roqueiros que não eram exagerados, mas que foram vítimas do negócio do Rock, isto é, agentes e empresários gananciosos que roubaram tudo que podiam e, como no caso Pete Ham do Bandfinger, cometeu suicídio ao se enforcar, devido a uma grande depressão por saber que fora passado para trás.

Nem todos os roqueiros puderam cantar When I´m 64, dos Beatles.

Quando eu ficar mais velho, perdendo meus cabelos
Muitos anos adiante
Você ainda irá me mandar presentes no dia dos namorados,
Saudações no aniversário, garrafa de vinho?
Se eu estiver fora até quinze pras três
Irá trancar a porta?
Você ainda irá precisar de mim, ainda irá me alimentar
Quando eu estiver com sessenta e quatro?

Janis Joplin declarou que "as pessoas gostam de saber que seus ídolos levam uma vida um tanto miserável – ao estilo blues, com muita melancolia -, e isso as faz sentir que expressam seus sentimentos. É uma profissão perigosa".

Ao contrário do que muitos podem pensar, o livro não é um relato deprimente, mas sim uma forma de celebrar o talento desses músicos.

Agora, se você não sabe,um dos nossos maiores gênios musicais, o Noel Rosa, também morreu aos 27 anos, em 1937, vitimado pela tuberculose, devido a sua vida de boemia e amores desafortunados.

Incrível mesmo é o caso do Keith Richards. Ainda está vivo!

* Este artigo foi escrito baseado na tradução feita por mim, da matéria Before I Get Old: ‘The 27s’ Made Early Exits, que saiu no NPR.

O Verão chegou. Lá vem o Sol!

Chegou a estação do ano mais esperada pelos brasileiros, o verão! Somos seres tropicais, os trópicos são a nossa casa e, portanto, o calor, os dias longos, as repentinas e fortes chuvas marcam os três meses que vão do solstício de verão, 21 de dezembro, até o equinócio de outono, em 20 de março no hemisfério sul. Todos estes fatos são apenas um refresco, um motivo a mais para esperar a renovação, pois a água e o calor são purificantes para os espíritos e mentes. Como diz a letra da música, lá vem o Sol.


Você pode clicar sobre a imagem para ouvir as músicas enquanto lê o artigo. 
Uma nova janela abrirá o
Recanto das Palavras Galeria.

Como toda seleção é subjetiva, que o digam os técnicos de futebol cabeçudos que insistem em esquemas que acorrentam o nosso futebol, escolhi algumas músicas que falam em verão, sol, amores de verão, mar. As músicas escolhidas foram:

  1. Here Comes The Sun – Beatles

  2. Lá Vem o Sol – Versão do Lulu Santos para Here Comes The Sun (interpretação do Brazilian Love Affair Project)

  3. Summersamba/So Nice (Samba de Verão) – Marcos Valle (interpretação de Astrud Gilberto)

  4. Uma Noite e Meia – Marina Lima (interpretação de Claudinho e Buchecha)

  5. Wipeout – The Surfaris

  6. Como Uma Onda – Tim Maia

  7. Summer Breeze – Seals & Croft

  8. Verão (As Quatro Estações. Concerto Nº 2 G Menor) – Antônio Vivaldi

  9. Summer 68 – Pink Floyd

E por causa do verão, minha pequena querida, o sorriso voltou ao seu rosto, por que aí vem o Sol, já cantavam os quatro ingleses que moravam naquele frio porto da Inglaterra. Você viu só que amor? Nunca vi coisa assim… Imagine isso numa calçada à beira da praia. Você ali paradão vendo a vida e sabendo que nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia (tenho certeza absoluta que o Nelson Motta, o compositor, leu Heráclito antes de escrever este verso) e todas de bundinha de fora. Por isso que os gringos endoidam quando ultrapassam a linha do Equador, em direção ao sul.

O verão pode marcar o início de um amor, como no samba de verão; ou um reencontro do tipo podemos ser amigos simplesmente. Ressentimentos são como vento. São coisas de momento. São chuvas de verão. Mas, também, o verão pode marcar uma despedida, como a do verão de 68, que cantam os caras que se inspiraram, segundo a lenda, nos nomes de dois bluesmen, Pink Anderson e Floyd Council. Além disso, a brisa do verão faz sentir bem.

Peço perdão por não encontrar registros na internet para “chuvas de verão”, de uma forma que pudesse utilizar e mostrar “Chuvas de Verão”, do Fernando Lobo e, também, por apenas ter encontrado a versão de Claudinho e Buchecha para “Uma noite e meia”, da Marina Lima.

É isso aí: o verão chegou!

Quando pensei que Simply Red fosse uma cantora negra

Há muito tempo, quando voltava da praia, o rádio do carro começou a tocar uma música, que não lembro o nome mas lembro do comentário que fiz ao ouvir a canção: “Pô, essa negona canta pra caramba”. Só quando anunciaram o nome da música e quem cantava, eu fiquei sabendo que a tal negona era, na verdade, um inglês chamado Simply Red ou Mick Hucknall. O cara é ruivo; porém, o timbre da sua voz naquela canção era muito parecido com o timbre das cantoras negras norte-americanas.

Eu poderia enumerar todas ou várias, mas preferi fazer o contraste entre algumas cantoras negras e cantores, ou músicos brancos, como nos vídeos abaixo.

Dizem, por exemplo, que Frank Sinatra era fã de carteirinha da Billie Holiday, da mesma forma que adorava cantar junto com Ella Fitzgerald.

Ao mesmo tempo, vemos que uma levada mais Rythm & Blues, para Jumping Jack Flash, dos Rolling Stones, na voz da Aretha Franklin recebe um molho totalmente diferente e saborosíssimo.

Vemos, também, numa antiga canção do Stevie Wonder, a Mari Jay Blige dar uma jantada no George Michael; quer dizer, acrescentar um balanço e uma sonoridade muito bacana para essa música.

E, para encerrar, caso contrário ficaria dias e dias apontando essas maravilhosas vozes negras femininas, Oleta Adams junto com o Tears For Fears, em Woman In Chains. Espero que gostem.

Simply Red – Everytime we say goodbye

Aretha Franklin e Keith Richards – Jumpin’ Jack Flash

Frank Sinatra e Ella Fitzgerald – Can´t We Be Friends

George Michael e Mary J. Blige – As

Tears For Fears e Oleta Adams

Não foi só Raul Seixas que viu disco voador

Todo roqueiro doidão que se preza já teve experiências de contatos imediatos de qualquer grau com ETs. A lista pode ser até bastante extensa. A maioria, certamente, fica de boca fechada, pois sabe que ninguém vai acreditar mesmo e, logicamente, culparão alguma bolinha, ácido, bala, pó, erva ou sei lá mais o quê os caras mandem goela, narinas e veias abaixo.

Enquanto lê, ouça uma seleção com algumas músicas citadas neste artigo. Clique sobre a imagem e uma nova janela abrirá o Recanto das Palavras – Galeria.

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Recanto das Palavras – Galeria

Foi numa dessas viagens pela galáxia da internet – sem ser abduzido – que encontrei um artigo chamado, “Rock stars and their alien encounters. Do rock stars have more than the average number of encounters with aliens?”, de Mark Edwards, para o The Times – em que são listados alguns casos ufológicos de Rocks Stars e suas experiências com seres de outra galáxia. Por exemplo, segundo o autor do artigo, “o espaço é tão vasto que pode servir de metáfora para qualquer coisa”. Ele disse isso citando os casos de Elton John, em Rocket Man, que pode ser considerada uma metáfora para que Reginald, o verdadeiro nome de Elton John, pudesse dizer que era gay. Até cita a frase em que isso estaria mais explicito, a saber: “I’m not the man they think I am at home. Oh no, no, no.” Acho que o jornalista viajou à velocidade da luz nessa observação. Se o cara é gay ou não, isso é lá zig1 com ele, certo? Agora, velocidade da luz mesmo, foi quando ele citou o caso do David Bowie (foto ao lado), cujo nome de batismo é David Jones, que até personagem interplanetário criou, o não menos famoso Ziggy Stardust, quando estava na sua fase mais andrógina cantava uma música homônima falando de aranhas vindas de Marte. Confira: “Ziggy played guitar, jammin’ good with Weird and Gilly, The spiders from Mars, he played it left hand. But made it too far, became the special man, then we were Ziggy’s band”. Além disso, no mesmo álbum, na música Space Oditty, ele ca(o)nta a história do Major Tom, um astronauta. O álbum foi gravado entre fins dos anos 1960 e o início da década de 1970, época da corrida espacial, quando o Homem pisou na Lua e percebeu que a verdade estava lá fora.

Here am I floating round my tin can
Far above the Moon
Planet Earth is blue
And there’s nothing I can do

(Estou flutuando em volta da minha latinha, muito além da Lua. O planeta Terra é azul e não há nada que eu possa fazer)

E continua com Starman, que aqui no Brasil recebeu uma versão – Astronauta de mármore – de um conjunto chamado Nenhum de Nós, mas que a letra omitia, obviamente, a menção ao uso de drogas. Vejamos partes da letra:

Theres a starman waiting in the sky
Hed like to come and meet us
But he thinks hed blow our minds

(Há um astronauta a espera no céu. O bagulho vai chegar. Ele gostaria de nos encontrar. Mas ele acha que o bagulho vai estourar nossas mentes)

A palavra hed é uma gíria que fica mais ou menos próxima do famoso “dar um doizinho” ou “bagulho”, isto é, fumar maconha. Também pode ser traduzida como “boquete”.

E prosseguindo…

Theres a starman waiting in the sky
Hes told us not to blow it
Cause he knows its all worthwhile
He told me:
Let the children lose it
Let the children use it
Let all the children boogie

(Há um astronauta a espera no céu e ele nos contou que não era para detonarmos, pois ele sabe que tudo vale a pena. Deixe as crianças esvaziarem as mentes. Deixe as crianças usarem. Deixe todas as crianças dançarem)

Voltando à lista de doidões do Rock que viajaram em bad ou good trips, alguns fazem menção a Marte, que está no inconsciente coletivo há séculos como o planeta vermelho em que moram homenzinhos verdes (certamente, o bagulho de quem inventou essa história estava malhado), imaginam que, assim como Alice Cooper, cujo nome de batismo é Vincent Damon Furnier, cantava “might as well be on Mars” (bem poderia ser em Marte), que a humanidade começaria tudo novamente, a partir do zero, não cometendo as mesmas asneiras que vem cometendo há pelo menos 10 mil anos. O aquecimento global e o esgotamento dos recursos do planeta estão aí mesmo para comprovar a letra da música. Isso aí é compartilhado por componentes do Greatful Dead (algo como Morto Agradecido ou Morte Agradável), Ben Harper e outros que lançaram álbuns ou compuseram músicas “From Mars”.

Elvis, o branco que tinha voz de crioulo, começou a vida cantando blues acelerado e ouvia essa música dos negros, também teve experiências ufológicas. Bom, sabemos que ele morreu de tanto tomar bolinha, mas mesmo assim o seu pai garante que viu uma estranha luz azul no céu quando o Rei do Rock nasceu. Little Richard, sim, é o verdadeiro Rei do Rock, mesmo que em algumas fases de sua carreira, usando aquele topete pompadour, seja bem mais parecido com um ET.

O topete tem cerca de 15cm!
Little Richard (Richard Penniman)

A lista também têm ícones como John Lennon, Mick Jagger e Jimi Hendrix que afirmaram terem visto Ufos/Óvnis. Será que, respectivamente, as canções Imagine, Satisfaction e Angel foram inspiradas nesses contatos imediatos? Lennon disse que teve um contato muito próximo com um alien. Se alguém pensar em Yoko Ono, muito provavelmente estará coberto de razão.

Você pensa que a coisa pára por aí? Nada disso. Olívia Newton-John, Jamiroquai e o pessoal do Moody Blues também afirmam terem visto naves espaciais. Não foi à-toa que o Jamiroquai gravou Space Cowboy. Confira parte da letra traduzida abaixo:

Este é o retorno do cowboy do espaço
vibrações positivas da zona interplanetária
Na velocidade da “erva”, oh,você e eu vamos mais fundo
Talvez eu tenha que ficar “alto” pra ficar “numa boa”, hey
Eu tenho essa vibração da “erva”

Nesse mesmo artigo, o autor tece loas a um grupo australiano, chamado Sneaky Sound System, que faz um tecnopop dançante. O conjunto não é lá essas coisas, mas a cantora, Connie Mitchell é daquelas mulatas que fariam qualquer senhor de engenho perder a cabeça. Eles gravaram uma música chamada UFO, cujo refrão diz o seguinte:

I saw a UFO and nobody believes me
I was sixteen miles from home with nobody in sight
I saw a UFO but nobody believes me
And Whats it gonna take to get me back home tonight

(Eu vi um UFO e ninguém acredita em mim…)

E, para finalizar, o mais ET de todos os roqueiros doidões, Keith Richard, certa vez combinou com um amigo de ficarem espreitando o céu noturno para ver discos voadores. Alguém acha que ele viu algum disco voador de verdade ou o bagulho era da lata?