Marido fiel é questão de genética

rolomassa

Quem diz isso é a sua, a nossa, a deles… Ciência! Não é que pesquisadores norte-americanos e suecos descobriram um gene para a fidelidade masculina? Cá pra nós, desconfio que os pesquisadores andaram pulando a cerca e querem, agora, livrar a cara. Vamos ao que eles afirmam:

A vasopressina [um hormônio] regula o equilíbrio da água no corpo e atua em áreas do cérebro relacionadas ao comportamento reprodutivo” (…) “Ela afeta a capacidade de formar laços afetivos.

De acordo com o que foi informado na pesquisa relatada na  revista científica PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences), esse hormônio é responsável pela sensação de prazer no convívio com a parceira durante a relação sexual. Agora, a pergunta que não quer calar: E se a parceira for uma megera? Arrá!!! Não tem resposta.

E o mais interessante de tudo é que as pesquisas anteriores foram feitas com ratos. Se já não bastasse levarmos a alcunha de cachorrões, ainda nos comparam aos roedores? Digamos que você ouça a célebre pergunta, vinda da sua adversária, digo esposa, ao ver marca de batom em sua cueca…

– Você é um homem ou um rato?

– Ambos, neguinha…

Até você explicar que ratinhos de laboratório se mostraram fiéis ou infiéis durante as pesquisas, o rolo de pastel (lá de cima) já foi arremessado em direção à sua cabeça. Mas há uma ressalva: os cientistas manipularam os reguladores de vasopressina nos ratinhos e eles se tornaram monogâmicos. Logo, momentos antes do “sim”, a madame pode manipular o tal regulador e tornar o futuro marido um primor de fidelidade. Que beleza, hein?

Em breve haverá uma lei que determinará quem será fiel ou não. Há uma variação no gene, determinada por uma tal de variação 334, ou “alelo 334”. Por isso, todos nós teremos, além do número do CPF, Identidade (RG pra paulistada), Previdência Social e carteirinha do Bloco das Piranhas de Madureira, um documento atestando que somos “alelo 334”, o que confere tendência à fidelidade. O que pega é que nem sempre o tal 334 garente fidelidade total. Para que isso aconteça, é preciso que uma seqüência de fatores estejam conjugados. Diria, eu, que é quase uma loteria. A madame vai arriscar?

Diálogo entre duas amigas:

– Estou tão despreocupada com o Eufrozino…
– Por quê?
– O alelo dele é 005
– Bimbinha…

 

* Fonte de inspiração para esse artigo [Jornal da Ciência]

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4 comentários sobre “Marido fiel é questão de genética

  1. Eu gosto muito do seu espaço. É de uma sutileza de fazer inveja; qqer. outro teria descambado neste assunto para o machismo, coisa nojenta e fora de moda. Vc. soube dar a delicadeza necessária ao texto.
    Parabéns.

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  2. Jorge

    Tem certeza que a inspiração foi o jornal????

    AI AI!

    Aqui o rolo de macarrão come solto se vacilar!

    🙂

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  3. Não acho que seja uma questão genética mas sim de carater pq ñ é preciso sair com mais d uma mulher só pra dizer q é homem!!

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