Spam: 30 anos de porcarias em nossas telas.

Pois bem, há exatos 30 anos um cara teve a idéia de jerico de enviar um e-mail não solicitado para todas as pessoas que constavam de sua agenda. Isto logo foi condenado, com toda razão, pelas mentes pouquinha coisa mais brilhantes do que a do infeliz que teve esta idéia de jerico que, pelo menos uma vez na vida todos nós tivemos tão logo compramos a primeira máquina de fazer doido [1], o computador. O que muita gente não sabe é que a origem do conceito informático do SPAM veio de um quadro do Monty Python, no  Monty Python Flying Circus [2] – engraçado como ali na Lapa também tem um Circo Voador -, quando num restaurante a palavra SPAM é repetida dezenas, para não dizer, centenas de vezes.

SPAM, no sentido lato (não confunda com lata) do termo, significa Spiced Ham (presunto apimentado). Acho que muitos de nós já ouviram falar ou tiveram a visão e até mesmo foram ameaçados com a ingestão da não menos conhecida presuntada (BLEARGH), que é prima-irmã do SPAM (BLEARGH). Desde que tiveram a idéia de enlatar carne (BLEARGH!), que a palavra SPAM consta do vocabulário de vários países. Quer dizer, dos países que tem e tiveram o insosso hábito de comer carne enlatada (BLEARGH). Hoje, por causa da Internet, o mundo está afogado em SPAM.

Confira o vídeo com legendas.

ps. Este que vos escreve conheceu o termo SPAM por volta dos 14 anos. Não, lá em casa não entrava presuntada (BLEARGH). Eu fui menor estagiário do Banco do Brasil e havia uma empresa que mantinha uma conta corrente na agência que trabalhei, cujas iniciais formavam a sigla SPAM (Sociedade Produtora de Alimentos Manhuaçu). Esta não produzia presuntada (BLEARGH). Era uma fábrica de laticínios.


[1] Máquina de fazer doido era a denominação dada por Stanislaw Ponte Preta (Sergio Porto) à televisão. Aqui eu aproveitei para dar o mesmo nome ao computador pessoal.

[2] Flying Circus foi a denominação dada pelos ingleses ao avistarem e se acostumarem a sair correndo da esquadrilha comandada por Manfred Von Richtofen, o Barão Vermelho, durante a Primeira Grande Guerra, que mantinha o hábito de cada avião ter uma cor, um procedimento usual na Idade Média quando os nobres traduziam numa cor específica a sua dinastia. E como a cavalaria também distinguia os nobres da plebe, a aviação de combate também o fazia nos primórdios da guerra aérea.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s