Me importas tu y tu y tu y nadie mas que tu

Palhaço

Quantos beijos partidos
Quantos amores pretendidos
Sabe, eu não faço fé nessa minha loucura…
Insana procura
Quase tortura
Quantos desejos reprimidos
Quantos momentos perdidos
Ah, se eu te pudesse fazer entender…
Que era só e únicamente você
Quantos soluços ouvidos
Quantos sorrisos esmaecidos
Há no seu olhar, algo de saudade…
Distância maior que a eternidade
Quantas verdades
Quantas veleidades
Pra que mentir se tu ainda não tens esse dom de saber iludir?…
Mentiras sinceras
Quantos sonhos
Quantos olhares risonhos
Me importas tu y tu y tu y nadie mas que tu…

(J.A. – 2008)

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2 comentários sobre “Me importas tu y tu y tu y nadie mas que tu

  1. Jorge,

    Seus poemas são magníficos!
    Interessante, a vida às vezes pode parecer um ciclo, mas não é. Passamos por situações parecidas e não, iguais. Experiências que refazem ou afirmam nossos passos. Desvelos sombrios, anseios lúdicos são inerentes ao nosso estado de viver. Como também, alegrias sutis, amores febris. É… a vida não é um ciclo quando tentamos caminhar com os nossos próprios pés, renovando nossa alma, confiando nosso viver a Deus. 🙂

    Abraço.

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  2. Helga,

    e desde que o mundo é mundo é assim. Entretanto, ali por volta do século XII, quando inventamos o tal do amor romântico, a coisa complicou definitivamente. 🙂

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