Livros básicos para ser um revolucionário

Antigamente, aqui no Brasil, mais precisamente na época em que a Guerra Fria ameaçava acabar com o planeta várias vezes devido ao arsenal atômico das então duas grandes superpotências militares, dizia-se que comunista comia criancinha. Hoje, passadas algumas décadas, percebemos que tudo isto é mentira. Quem come criancinhas são clérigos ou determinado cantor pop que um dia foi negro e hoje não é branco. É bege!

Comentários à parte, um dos mais antigos e ferrenhos defensores de uma revolução comunista na América Latina, Abimael Guzmán, líder do finado Sendero Luminoso, partido revolucionário terrorista peruano, certa vez indicou uma bibliografia básica para se tornar um revolucionário a um policial, na prisão em que está confinado, que livros se deveria ler para fazer uma revolução. Eis a lista comentada pelo próprio revolucionário, hoje preso em uma cadeia especialmente construída para abrigá-lo:

“Dê uma olhada na minha biblioteca, sei que vocês a recolheram. Você deveria começar pela “História da Filosofia”, de Dynnik, que não é difícil. Depois, a obra completa de Marx e os 57 volumes das obras de Lênin, que tenho em duas edições diferentes. Depois, Stálin, que é mais fácil, somente sete tomos. E finalmente os quatro de Mao. Há um quinto, mas foi editado pós-mortem e está carregado de revisionismo. Desse você pode prescindir” (Folha de São Paulo, 23/12/2007)

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