Fórmula 1, uma quase marmelada


Bons tempos aqueles em que os campeonatos eram decididos e os pilotos brasileiros não precisavam fazer papel de coadjuvante. Madrugadas de tensão e emoção para ver Piquet e Senna ganharem e, até mesmo, numa batida ter o campeonato decidido, como foi quando Prost, numa chicane em Suzuka, tentou tirar o Senna da pista e este voltou e venceu; mas foi desclassificado. Depois, no tapetão, o Jean-Marie Ballestre deu o campeonato para o compatriota. No ano seguinte, com o Prost já na Ferrari, foi a vez de ser posto pra fora da corrida e, por saber que jogara sujo no ano anterior, ficou de bico calado.

Hoje, nem marmelada sabem mais fazer. Não discuto o talento do Lewis Hamilton, mas aquela história de gasolina batizada dos carros da Williams e da BMW não dava para engolir. Entregar um campeonato para um piloto que o jogou fora, assim dessa forma, beirou a tragicomédia.

Temo que em 2008, o Felipe Massa passe pelas mesmas coisas que o Barrichello passou enquanto dividiu o box da Ferrari com o Schumacher. Uma pena.

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