To be or not To be?

Shakespeare

Para ouvir enquanto lê: Take Five – The Dave Brubeck Quartet

Parece que o bardo de Stratford-upon-Avon já sabia que um dia sua vida seria cercada de mistérios. Sim, mistérios de toda ordem, pois ninguém sabe realmente o que ele escreveu era seu ou foi escrito por outro. Até mesmo seu nome, durante os séculos teve várias grafias, a seguir: Shakespert, Schakosper, Shexper, Sashpierre, Chacsper. Porém, os biógrafos preferiram dar um sentido mais importante ao sobrenome que seria, em latim, Hasti-vibrans, que significa Sacode-lança. Daí o Shakespeare. Por sinal, é mais sonoro do que os outros sobrenomes apresentados.

Porque seria cercado de tanto mistério, não quanto à sua vida, mas à sua capacidade de escrever textos tão complexos e de tamanha beleza? Isso para não falar da longevidade e profundidade de suas palavras. Há quem diga que ele, William Shakespeare, não foi o autor destas maravilhosas palavras que se tornaram universais. Ele teria apenas sido uma espécie de “testa de ferro” de algum nobre importante. No caso específico, este nobre seria Francis Bacon, já que a dramaturgia era considerada uma atividade menor e que não mereceria a degradação da nobreza de um lorde inglês. Outros afirmam que ele tinha um lado homossexual. Seus famosos sonetos foram endereçados a um outro nobre inglês. O que se sabe, na verdade, é que a maioria de suas peças e poemas, estão aí para nos encantar e dar uma certa altivez para diretores, atores e atrizes. Estes podem até ser conhecidos como “shakespirianos”. Sir Lawrence Olivier, Sir John Gielgud, Sir Alec Guiness e até mesmo Patrick Stewart, o Capitão Jean-Luc Piccard, sucessor de James T. Kirk nas aventuras da Jornada nas Estrelas. Como podem ver, o “ser” shakespiriano está indo audaciosamente onde nenhum homem jamais esteve.

Todo mundo aqui já usou uma frase de Shakespeare para coroar uma conversa ou o que quer que seja nas relações humanas.

Vamos ver algumas das mais famosas frases de Shakespeare:
Um cavalo! Um cavalo! Meu reino por um cavalo!
Há algo de podre no reino da Dinamarca.
Há mais coisas entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia.
Nem tudo que reluz é ouro.
O ciúme é um monstro de olhos verdes, que zomba do alimento que vive.

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