Seis Graus de Separação

Em 1967, o psicólogo americano Stanley Milgram recrutou 160 voluntários, entre Boston e Omaha, para uma experiência interessante. Cada um deles recebia uma correspondência e tinha que fazer com que esta chegasse às mãos do destinatário especificado no envelope (o destinatário era sempre um estranho que já havia morado na mesma cidade do voluntário). E nada de usar o correio. As regras da experiência determinavam que os voluntários fizessem a carta chegar ao dono através de quem o conhecia pessoalmente. E para saber quantas pessoas tinham sido necessárias para “fazer o serviço”, Milgram determinou também que cada um escrevesse seu nome na correspondência, tornando possível o monitoramento do caminho percorrido. De mão em mão, as cartas foram chegando ao seu destino e para isso, eram necessárias, em média, seis pessoas. Com esse número em mãos, Stanley Milgram formulou então a chamada “Teoria dos Seis Graus de Separação”, que afirma que a distância entre uma pessoa e qualquer outra no planeta é de apenas “seis apertos de mão”. E não importa se essa pessoa é o vizinho da tia que você só vê uma vez ao ano ou o eterno astro de basquete Michael Jordan. Afinal, não dizem por aí que o “mundo é muito pequeno”? Milgram apenas mensurou o quão pequeno ele é…

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