Faça uma visita virtual ao maior monumento erigido em nome do amor e ouça aquela canção do Jorge Ben, que não nos deixa ficar parados.
Eu estava aqui tentando entender, se é possível entender, a longevidade do amor. E fui juntando fragmentos de pensamentos – próprios e alheios – até que me lembrei ou fui motivado a escrever após a audição/visualização de uma música do Jorge Ben. Trata-se de Taj Mahal, em que na curta porém abrangente letra, ele conta toda história de um amor que atravessou séculos, mesmo após a morte de seus protagonistas.
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Histórias de amor que não se completam, certamente, são muito mais observadas do que as que se completam. Caso contrário não estaríamos aqui criando poemas, músicas, palácios e obras de arte. Sim, pois, a força que nos motiva a caminhar não é a economia, mas a busca pelo amor e, se possível, ao encontrá-lo tentar mantê-lo como no primeiro dia em que surgiu diante de nossos olhos e corações. Mas, quando se completam, surge um pequeno Taj Mahal em nossos corações, que ocupa todo o espaço que existe dentro de nossas almas.
Já se passaram quinhentos anos desde a construção de uma das mais belas obras arquitetônicas que já foram construídas, o Taj Mahal. É a maior celebração concreta de um amor. Todos nós já tivemos um amor que nos motivou a escrever e fazer o que era possível para mostrar ao mundo o quanto nos tornamos felizes ao estarmos com a pessoa que nos faz ver a vida de outra maneira.
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