Recanto das Palavras

Primavera dos Livros 2009 – Rio de Janeiro

Uma feira de livro das pequenas e médias editoras brasileiras com tudo que as grandes feiras de livro tem e um pouco mais: o contato direto com os editores e autores.

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A Primavera dos livros do Rio de Janeiro este ano, que será entre os dias 26 e 29 de novembro, das 10h às 22h, no jardim do Museu da República (Palácio do Catete), terá como tema a Literatura de Cordel, em homenagem ao poeta Patativa do Assaré, que completaria 100 anos de nascimento. Este evento é o resultado do esforço da Libre – Liga Brasileira de Editoras, tendo patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro e apoio da Biblioteca Nacional e Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Este ano a feira se internacionaliza ao contar com profissionais do mercado editorial latino-americano e africano, recebendo representantes do Chile, Peru, Argentina, Equador, México, Guiné-Bissau e Angola.

São 86 estandes apresentando livros de todos os gêneros literários (Biografia, Romance, Romance Policial, Infantil, Infanto-Juvenil, Arte, etc.)

Além das editoras comerciais, também haverá participação de editoras universitárias e institucionais como a Biblioteca Nacional e a Fiocruz.

A entrada é franca e haverá promoções com descontos de até 40%

 

Como chegar

Metrô

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Ônibus

Entre no Google maps e faça a busca. Hoje, o Rio de Janeiro é uma das poucas cidades do mundo em que o Google fornece informações acuradas sobre o transporte coletivo.

 

Programação de lançamentos

Entre os dias 27 e 29, haverá diversos lançamentos e sessões de autógrafos para o público adulto e infantil. No sábado, 28/11, às 14h, será lançado o livro “Botafogo desde menino”, de Luís Pimentel com ilustrações do Amorim.

 

Mesas de debate

Também haverá mesas de debates para todos os gostos como, por exemplo, no dia especial para os professores (27/11, mesa 3, às 10h), o tema será “Os mestres Anísio Teixeira e Darcy Ribeiro na escola do século XXI”.

Nomes de peso dos universos literário e cultural brasileiros como Lygia Bojunga, Laura Sandroni, Joel Rufino dos Santos, Braulio Tavares, Ruth de Souza, Jorge Mautner, Luiz Carlos Maciel, Milton Gonçalves, Arthur Dapieve, Ruy Castro, Heloisa Seixas, Geraldinho Carneiro, Carlito Azevedo, Deonísio Silva e outros mais participarão das mesas de debate.

Serão discutidos temas como o universo da criação literária, o Rio de Janeiro e as Olimpíadas de 2016, racismo e a mulher negra na TV brasileira. Numa das mesas o debate será em torno da biografia como gênero literário e por qual motivo é um dos segmentos de maior vendagem do mercado editorial. Em outra mesa, Ruy Castro e Heloísa Seixas batem um papo com o público e também haverá uma mesa dedicada à obra e vida de Augusto Boal.

As novas mídias não foram esquecidas, tanto que uma das mesas discutirá os sites de relacionamento como o Facebook e outros do mesmo porte como canais para a arte, mídia e cultura digital.

Veja a programação abaixo:

Dia 27/11

DIA DO PROFESSOR

9h Chegada e certificação

  • 10h – 11h – sexta-feira
    Mesa 3 – Os mestres Anísio Teixeira e Darcy Ribeiro na escola do século XXI
    Participantes:
    Yolanda Lobo (escritora)
    Guti Fraga (projeto Nós do Morro)
    Mediação: Bia Hetzel (Editora Manati)
  • 11h30 – sexta-feira
    Mesa 4 – Leitura e Paixão: uma homenagem a Lygia Bojunga e Tatiana Belinky (em depoimento virtual)
    Homenagem a duas das mais importantes personalidades da cultura brasileira com inestimável contribuição na área de literatura, leitura e mercado de livros
    Participantes:
    Lygia Bojunga
    Laura Sandroni (escritora e jornalista)
    Joel Rufino dos Santos (escritor)
    Mediação: Ninfa Parreiras (escritora e pesquisadora da FNLIJ)
  • 15h – sexta-feira
    Mesa 5 – Universos da criação literária. Escrever se aprende?
    A criação literária, assunto muito controvertido entre especialistas. Escrever se aprende? Como se forma um escritor? Quais os caminhos a percorrer até que aulas ou oficinas contribuam para sua formação? Aprendemos samba no colégio, afinal?
    Participantes:
    Nilza Rezende (escritora e professora de oficinas de criação literária)
    Luís Pimentel (escritor e jornalista/professor)
    Bia Albernaz (escritora e professora de oficinas de criação literária)
    Mediação: Marcus Vinicius Quiroga (poeta e professor)
  • 18h30 – sexta-feira
    Mesa 6 – O Brasil em cordel – Homenagem a Patativa do Assaré
    O cordel como literatura, como música, como criação e como expressão mais genuína da nossa literatura. O cordel como mercado e como profissão. A arte do poeta de cordel encarnada nesta homenagem a Patativa do Assaré, um dos maiores profissionais do gênero, morto em 2002, aos 93 anos.
    Participantes:
    Bráulio Tavares (escritor e especialista em Literatura de Cordel)
    Olegário Alfredo (cordelista)
    Chico Sales (cordelista)
    Mediação: Marcus Lucena (cordelista e Presidente da Academia Brasileira de Cordel)

Dia 28/11

  • 10h30 -12h30 – sábado
    Mesa 7 – Olimpíadas 2016: a cidade e o esporte
    Rio: capital turística do Brasil, escolhida para ser o palco das Olimpíadas de 2016, com diversas promessas de melhorias para seus problemas mais cruciais. Até que ponto o desenvolvimento de uma pode estar atrelado a um evento? O futuro de uma cidade depende dessas efemérides?
    Participantes:
    Mauricio Drummond (escritor e professor)
    Jorge Maranhão (escritor)
    Saturnino Braga (escritor e ex- prefeito do RJ)
    Mediação: Alvanísio Damasceno (editor da Quartet)
  • 12h30h – 14h – sábado
    Mesa 8 – Aqui ninguém é branco: mídia e Racismo – a mulher negra na TV
    Homenagem a Ruth de Souza
    Participantes:
    Ruth de Souza (atriz)
    Rosália Diogo (escritora e pesquisadora)
    Ângela Randolpho (escritora e pesquisadora)
    Mediação: Laura Padilha (escritora e prova UFF)
  • 15h – 16h30 – sábado
    Mesa 9 – Face a face com o Facebook e congêneres: arte, mídia e cultura digital
    As novas mídias, arte e cultura  digital e a revolução que representam no século XXI. Como afetam as nossas relações pessoais e de trabalho. A internet e suas possibilidades de comunicação jamais imaginadas. A vida na rede.
    Participantes:
    Artur Matuck (escritor e professor USP)
    Maria Carmem Barbosa (escritora e roteirista de TV)
    Nízia Villaça (escritora e pesquisadora)
    Mediação: Valéria Martins
  • 17h – 18h30 – sábado
    Mesa 10 – O Brasil em cordel – Homenagem a Patativa do Assaré
    Participantes:
    Bráulio Tavares
    Olegário Alfredo
    Chico Sales
    Mediação: Marcus Lucena
  • 19h – 20h30 – sábado
    Mesa 11 – Tal Brasil, qual teatro? Tributo a Augusto Boal
    Reflexão sobre o papel do teatro na sociedade contemporânea e homenagem a Augusto Boal, criador do Teatro do Oprimido.
    Participantes:
    Jorge Mautner (poeta e músico)
    Luiz Carlos Maciel (ator e diretor de teatro)
    Nelson Xavier (ator e diretor)
    Milton Gonçalves (ator)
    Helen Saratek (socióloga/Centro do Teatro do Oprimido)
    Mediação: Geo Britto (pesquisador/Centro Teatro do Oprimido)

Dia 29/11

  • 10h – 11h30 – domingo
    Mesa 12 – Biógrafos e biografáveis : que mercado é esse que só faz crescer?
    Os caminhos da biografia como gênero na contemporaneidade. Quais são eles? Quais as novas formas de escrita que admitem? O profissional de biografias e sua ética num mercado que cresce cada dia mais.
    Participantes:
    Arthur Dapieve (cronista, jornalista e biógrafo /Renato Russo)
    Carlos Didier (compositor e biografo / Noel Rosa)
    Ana Arruda Callado (roteirista e biógrafa / Maria Martins)
    Euclides Penedo Borges (músico e biógrafo / Euclides da Cunha)
    Mediação: Felipe Pena (autor de Teoria da Biografia sem Fim)
  • 11h30 – 13h – domingo
    Mesa 13 – Leitores apaixonados: um encontro com Ruy Castro e Heloisa Seixas
    A paixão pela leitura e pelos livros é o tema deste encontro com dois craques da escrita, apaixonados pelos livros e pela profissão.
    Participantes:
    Heloisa Seixas (escritora )
    Ruy Castro (escritor)
    Mediação: Suzana Vargas (especialista em leitura)
  • 15h – 16h – domingo
    Mesa 14 – Sustentabilidade / biodiversidade: por uma nova ética cultural
    A sustentabilidade como solução para garantir novas formas de sobrevivência para o planeta. Até onde afetará a vida em comunidade, gerando novas formas de convivência
    Participantes:
    Leonardo Boff (escritor)
    Fernando Gabeira (deputado federal/PV)
    Mediação: Felipe Pena
  • 17h – 18h30 -  domingo
    Mesa 15 – O máximo no mínimo – um olhar sobre as poéticas contemporâneas
    A poesia como gênero minimalista, que diz muito com a maior economia verbal possível, de vasta produção e pouca inserção no mercado. Que caminhos percorre hoje até chegar ás prateleiras das livrarias. O que é ser poeta hoje?
    Participantes:
    Ângela Melim
    Geraldinho Carneiro
    Carlito Azevedo
    Mediação: Suzana Vargas
  • 19h – 20h30 – domingo
    Mesa 16 – Questões de Lusofonia. Por onde anda o acordo ortográfico?
    O acordo ortográfico que completa dois anos e sua adoção brasileira. Por onde anda Portugal e os países de língua portuguesa nessa importante fase de implantação?
    Participantes:
    Deonísio da Silva (escritor e etimologista)
    Adriano de Freixo(escritor especialista)
    Marcelo Moutinho (jornalista e escritor)
    Mediação: Cecília Costa (jornalista e escritora)

[Fonte: Libre]

Mapa dos Expositores

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Editora participantes em ordem alfabética

7 Letras
Alameda
Alis
Almádena Editora
Altana
Andrea Jakobson
Apicuri
Argvmentvm
Arquivo Nacional
Artes e Ofícios
Autêntica
Azougue
Bem-Te-Vi
Biruta
Brinque-Book
C/Arte
Calibán
Callis
Capivara
Casa da Palavra
Casa de Rui Barbosa
Cia. de Freud
Claridade
Conta Capa
Contraponto
Cosac Naify
Crisálida
Cuca Fresca
Dueto
Duna
Ed. da UFF
Ed. da UFRJ
Ed. da Unesp
Ed. De Cultura
Ed. Fiocruz
Ed. Independentes
Ed. Museu da República
Editora 34
EdUERJ
Estação Liberdade
Frente Editora
Fund. Biblioteca Nacional
Fund. Perseu Abramo
Galo Branco
Garamond
Gift Shop
Girafa
Ibis Libris
Iluminuras
Imprensa Oficial SP
Literalis
Livro Falante
Maco
Manati
Mar de Idéias
Matrix
Mauad X
Memória Visual
Mirabolante
Musa
Myrrha
Nau
Nitpress
Nova Alexandria
Odysseus
Outras Letras
Pallas
Papagaio
Paz e Terra
Pinakotheke
Prazer de Ler
Publisher do Brasil
Quartet
Roma Victor
Sá Editora
Terceiro Nome
Terra Virgem
Uapê
Versal
Versal
Vieira & Lent
Zit

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Bibliotecas digitais: mais duas

Machado de Assis e The British Library

A Brasiliana, um site ligado  a USP (Universidade de São Paulo), digitalizou toda obra de Machado de Assis e você poderá ler em formato .pdf, as primeiras edições dessas obras. Além disso é possível fazer busca por trecho das obras, o que é muito interessante.

machadobrasiliana

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A outra notícia é sobre a British Library que abriu seus 630km de acervo para consultas online

britishlibrary

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Fonte: [Boletim do PNLL]

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Palavras de amor lembradas daqui a 400 anos

Indique poemas, músicas e cenas de filme que falem de amor e que serão lembradas nos próximos 400 anos.

amor Você, pelo menos uma vez na vida, declamou, copiou e enviou, ou mesmo escreveu um poema de amor para alguém. Ao mesmo tempo, também pelo menos uma vez na vida, indicou ou representou o amor que sentia por alguém usando uma música. Que tal, então, indicar como sendo “As palavras de amor que serão lembradas daqui a 400 anos? Para isso, basta escrever a letra de música ou a poesia nos comentários ao final deste artigo.

Que o poder das palavras de amor seja, preferencialmente, escrito em Língua Portuguesa. Traduções são também recomendadas. Devem ser indicadas poesias, músicas e até mesmo cenas de filme (com legenda) que falem de e do amor.

Foi feita uma pesquisa nos EUA, pela NPR (National Public Radio), motivada pela eternidade das palavras de Shakespeare, que até hoje é encenado e seus poemas, que parecem ser declamados a cada segundo, sobre quais as poesias e músicas da atualidade seriam eternizadas durante os próximos 400 anos. Isto é, o que as pessoas do século 25 declamarão e quais músicas cantarão para as suas almas gêmeas.

Lá nos EUA, em termos de poesia, foram escolhidas obras como o “Soneto 20”, de Pablo Neruda e Quando Fores Velha (When You Are Old), de W.B. Yeats. Veja um vídeo com a tradução deste poema no Youtube.

No campo musical, Bob Dylan foi teve algumas de suas músicas indicadas. Além dessas, In My Life, dos Beatles também foi bastante indicada. Eu mesmo, bem antes de tomar conhecimento dessa pesquisa, já escrevera algo sobre essa música, no artigo intitulado Em minha vida. Por toda minha vida.

Como poesia, eu indico Aparição Amorosa, de Carlos Drummond de Andrade.

E música, eu indico Travessia, do Milton Nascimento.

Travessia

Milton Nascimento

Composição: Milton Nascimento / Fernando Brant

Quando você foi embora fez-se noite em meu viver
Forte eu sou mas não tem jeito, hoje eu tenho que chorar
Minha casa não é minha, e nem é meu este lugar
Estou só e não resisto, muito tenho prá falar
Solto a voz nas estradas, já não quero parar
Meu caminho é de pedras, como posso sonhar
Sonho feito de brisa, vento vem terminar
Vou fechar o meu pranto, vou querer me matar
Vou seguindo pela vida me esquecendo de você
Eu não quero mais a morte, tenho muito que viver
Vou querer amar de novo e se não der não vou sofrer
Já não sonho, hoje faço com meu braço o meu viver
Solto a voz nas estradas, já não quero parar
Meu caminho é de pedras, como posso sonhar
Sonho feito de brisa, vento vem terminar
Vou fechar o meu pranto, vou querer me matar

Arquivado como:Autor, Aventura, Brasil, CDA, Casamento, Cinema, Citações, Comportamento, Comunicação, Cotidiano, Cultura, Curiosidades, Educação, Escritores, Fernando Pessoa, Internet, John Donne, Leitor, Literatura, Literatura Brasileira, Livros, Língua Portuguesa, MPB, Machado de Assis, Miguel Torga, Mídia, Música, Opinião, Palavras, Poesia, Português, Romance, Shakespeare, Sociedade, Vida, amor, mulher

Escrever livro dá dinheiro mesmo

Há algum tempo, eu escrevi um artigo sobre um escritor que reclamava por não ganhar dinheiro suficiente com os seus livros e, por isso, fez um relato de um programa do governo Roosevelt, associado ao New Deal, que era uma espécie de PAC para o mercado editorial norte-americano durante os anos de recessão seguintes à crise de 1929.

Jim Dandy © Images.com/Corbis Agora, lendo a seção de livros do New York Times, vejo a seguinte manchete: Audrey Niffenegger Receives $5 Million Advance for Second Novel (algo como Audrey Niffenegger recebe 5 milhões de dólares em adiantamento por seu segundo romance). Convenhamos que não é uma grana para ser desprezada, mesmo que não seja paga em Euros e, certamente, resolveria a vida de muitos pretendentes a escritor. Se a quantia revela o tamanho do talento, essa escritora deve ser talentosa até dizer chega.

Então, surge um questionamento: estando numa das piores crises econômica que já aconteceram desde a invenção do Capitalismo, os livros são produtos que dão lucro? Acredito que sim. Por pior que seja a situação da leitura e divulgação de conhecimento através dos livros, este ainda é um lazer barato; mesmo que concorra com DVD, internet, iPod e que tais.

Lembro que durante o regime militar, os livros não deixaram de vender mesmo havendo censura. Durante a época da inflação galopante, o livro continuou vendendo e se adaptando ao momento. Há várias formas de fazer o livro ter um preço acessível ao público em geral, sendo que uma delas é usar papel de qualidade pouquinha coisa inferior ao que se está acostumado e também diminuir as dimensões do mesmo, isto é, dos tradicionais formatos 14 centímetros de largura x 21 centímetros de comprimento ou 16×23 para, por exemplo, 12×18 (livro de bolso).

Então, a escritora, segundo a reportagem, após seis anos de lançamento de seu livro de estréia entregou os originais de seu novo romance, Her Fearful Symmetry, ao seu editor e de volta recebeu o polpudo cheque. Dizem que o leilão pela compra dos direitos foi bastante acirrado. O livro é um thriller de mistério contando a história de dois gêmeos que recebem como herança um apartamento nas proximidades de um cemitério em Londres.

A autora é artista plástica e professora da Columbia College Chicago. É preciso fazer uma ressalva: o mundo dos livros não é de todo desconhecido por ela, que está baseada no Center for Book and Paper Arts da mesma instituição. Tiremos como exemplo, não sei se de talento para escrever ou para o marketing pessoal, o mago. Foi letrista do Raul Seixas e, de repente, começou a escrever livros místicos, sendo o primeiro deles sobre vampirismo, que misteriosamente desapareceu das livrarias tão logo o autor começou a ficar famoso por falar de suas viagens místicas por caminhos mais iluminados.

O que tem intrigado a crítica literária lá dos EUA é o fato de investirem tanto em um segundo livro devido o primeiro livro, o de estréia, ter vendido feito pão quente. Na reportagem, é apresentada a história de Charles Frazier, autor de Could Mountain, que deu origem a um filme do mesmo nome, dirigido por Anthony Mingela e o roteiro foi escrito pelo próprio autor do livro. É relatado que ele, autor, recebeu 8 milhões de dólares de adiantamento pelo segundo livro e as vendas nem chegaram perto do que esperavam.

Vale a pena ser escritor ou não?

* Este artigo foi criado a partir da leitura da matéria Audrey Niffenegger Receives $5 Million Advance for Second Novel, de Motoko Rich, para o New York Times Books, de 10/03/2009.

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Carnaval 2009 – Imagens – Grupo especial 1º dia

Veja as fotos do desfile do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro, durante o primeiro dia. Clique sobre a imagem de cada escola. Uma nova página abrirá.

 

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