Recanto das Palavras

Amor eterno – Taj Mahal: música e visita virtual

Faça uma visita virtual ao maior monumento erigido em nome do amor e ouça aquela canção do Jorge Ben, que não nos deixa ficar parados.

Eu estava aqui tentando entender, se é possível entender, a longevidade do amor. E fui juntando fragmentos de pensamentos – próprios e alheios – até que me lembrei ou fui motivado a escrever após a audição/visualização de uma música do Jorge Ben. Trata-se de Taj Mahal, em que na curta porém abrangente letra, ele conta toda história de um amor que atravessou séculos, mesmo após a morte de seus protagonistas.

728px-Taj_Mahal_in_March_2004

Clique sobre a imagem para iniciar a visita.

Histórias de amor que não se completam, certamente, são muito mais observadas do que as que se completam. Caso contrário não estaríamos aqui criando poemas, músicas, palácios e obras de arte. Sim, pois, a força que nos motiva a caminhar não é a economia, mas a busca pelo amor e, se possível, ao encontrá-lo tentar mantê-lo como no primeiro dia em que surgiu diante de nossos olhos e corações. Mas, quando se completam, surge um pequeno Taj Mahal em nossos corações, que ocupa todo o espaço que existe dentro de nossas almas.

Já se passaram quinhentos anos desde a construção de uma das mais belas obras arquitetônicas que já foram construídas, o Taj Mahal. É a maior celebração concreta de um amor. Todos nós já tivemos um amor que nos motivou a escrever e fazer o que era possível para mostrar ao mundo o quanto nos tornamos felizes ao estarmos com a pessoa que nos faz ver a vida de outra maneira.

Arquivado como:Arte, Aventura, Casamento, Comportamento, Cultura, Design, Educação, Fotografia, História, MPB, Música, Opinião, Palavras, Vídeo, amor

5 Responses

  1. [...] Amor eterno – Taj Mahal: música e visita virtual « Recanto das Palavras recantodaspalavras.wordpress.com/2009/10/18/ – view page – cached Faça uma visita virtual ao maior monumento erigido em nome do amor e ouça aquela canção do Jorge Ben, que não nos deixa ficar parados. — From the page [...]

  2. MaRi disse:

    Que viaaaaagemmmmmm!Uma das obras mais harmoniosas
    em termos d arquitetura e significado – “um monumento à felicidade compartilhada” – isso causa até arrepios, tamanho o desejo por ela, na mesma proporção da dificuldade em vivê-la.

  3. Sil disse:

    Jorge…

    Mais uma vez…grata pela oportunidade de “sorver” tão belo texto.Magnífico!!!
    Um abraço!
    Sil

  4. Jorge Alberto disse:

    Belíssimas palavras, Mari.

  5. mDc disse:

    Já estive lá. Realmente é impressionante, mas não tão de perto, e ao passar o segundo portald e entrada, no alto, vendo os jardins e o Taj ao fundo. Principalmente no amanhecer e final do dia (vi os 2) pois o ceu muda de cor e reflete no marmore branco.
    Outro lugar importante de ver é o Red Fort, onde o Shah Jahan acabou seus dias preso por seus filhos que quiseram lhe tomar o poder, alegando que estava louco. O lugar que ele ficava preso tb era de marmore branco e de uma varanda em forma octogonal podia ver o Taj Mahal alguns Km a frente, no rio. Morreu preso vendo o tumulo de sua amada!
    Fora o Taj, a cidade de Agra é péssima, como a maioria das cidades e bairros muçulmanos. Fede, é suja e não tem mais atrativos. A violencia pode ser cheirada pelo ar…
    Mas o Taj vale a pena mesmo.

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