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Parece que a questão da leitura em crise é comum a vários países, mesmo os ricos e desenvolvidos estão sofrendo com a diminuição do número de leitores. Os problemas variam da falta de interesse até a inexistência de bibliotecas. Além disso, em muitos países, principalmente nos do chamado Terceiro Mundo, se é que esta nomenclatura ainda é valida e existe num mundo globalizado, a educação ser precariamente valorizada e o analfabetismo é uma realidade.

No México, por exemplo, a situação é tão calamitosa quanto no Brasil. Entretanto, uma lei de valorização da leitura e do livro foi votada e entrará em vigor. Esta lei é conhecida como Ley de Libro ou Ley de Fomento para la Lectura y el Libro , que pode servir de parâmetro para algumas políticas de incentivo à leitura no Brasil como a questão do preço fixo dos livros.

Assim como no Brasil, uma grande quantidade de municípios não dispõem de bibliotecas. Em percentual real são 94% dos municípios mexicanos que são “órfãos” de livros. Um número absurdo e que não está tão longe da realidade brasileira.

Um país que deu Juan Rulfo, Octavio Paz, Carlos Fuentes e recentemente David Toscana, sofre dos mesmos males que a maioria dos países latino-americanos.

Veja algumas leis do livro que existem em vários países.

Alemanha

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Argentina (em espanhol)

França

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Imagem que ilustra este artigo:

Blank Book with Letters © Tony Latham/zefa/Corbis